Se for um ano comum, um ano que não se valorizou, não aprendeu,
Não construiu, não errou, não acertou, resumindo: não viveu.
Então a resposta é: Nada.
Alguns anos anteriores foram assim: Vazios, com propósitos muito fúteis, e ideias tolas.
Aquilo que não aproveitei com o tempo, quero recuperar no agora.
Já é tarde demais.
Algumas atitudes minhas ali, não condiziam com aquela época.
Mas se encaixam hoje.
O que posso dizer? Foi às avessas.

Mas o ano passado, quando criei este blog foi um dos mais convictos, mais interessantes e atrativos.
Não registrei isto aqui, mas talvez revise ad posteriori.
Porém este que estou, trouxe ainda mais maturidade, mais compromisso, responsabilidade.
Apesar de que no ano passado, eu era mais dono de mim mesmo, apesar de descobrir coisas novas, eu podia sentir o chão.
Agora, sou refém do destino.
E o que ele me trará?
Apenas uma coisa sei: As cigarras continuarão a cantar.
Não. Isto não muda.
